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INVESTIGAÇÃO · UNIVERSIDADE DE GENEBRA · 2026

Un Quartier

à Vivre

 

Rumo a um planeamento urbano
inclusivo e sustentável

Articular conhecimentos, usos e conceção para
pensar o bairro como um todo.

ENQUADRAMENTO

Projeto aplicado do CAS
em Desenvolvimento Sustentável

TERRITÓRIO

Genebra, Suíça
Escala do bairro

FUNÇÃO

Autora e diretora
do projeto

CONTRIBUTO

Investigação · Metodologia
Conceção · Direção editorial

Intenção

Metodologia

As oito camadas

Guia + Fichas

Perspetivas

01 - A INTENÇÃO

Conceber a partir
da vida quotidiana.

Os conhecimentos, as normas e as experiências vividas são numerosos, mas permanecem frequentemente dispersos. Concebi este projeto para os articular numa metodologia comum, desde as primeiras decisões de planeamento.
 

O desafio: articular acessibilidade, inclusão, sustentabilidade e qualidade dos usos, sem impor um modelo único de bairro.

Un Quartier a Vivre - Masterplan - Diana Vinagre

Visualização de síntese desenvolvida a partir do plano real do projeto. A atmosfera, a vegetação detalhada e os usos constituem uma interpretação editorial.

02 - A METODOLOGIA

Observar, escutar
e estabelecer relações.

A investigação cruza dez espaços públicos de Genebra, visitas acompanhadas, observações individuais e intercâmbios com utilizadores e profissionais.

01

Compreender o terreno

Percursos, obstáculos, ambientes e usos.

02

Cruzar os saberes

Literatura, normas e experiência vivida.

03

Estruturar uma metodologia

Traduzir as constatações em critérios de conceção.

Un Quartier a Vivre - plan recherche - Diana Vinagre

isualização da metodologia de observação no Parc Geisendorf, desenvolvida a partir de uma fotografia e de uma referência cartográfica reais do local.

03 - UM SISTEMA, OITO CAMADAS

O mesmo bairro.
Oito leituras complementares.

Um plano-base teórico comum permite comparar as
dimensões do bairro e compreender as suas interações. A acessibilidade universal atravessa todas as camadas.

04 - O SISTEMA GUIA + FICHAS

Da leitura do bairro
à decisão de projeto.

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Uma estrutura modular para organizar as referências, os critérios e as ferramentas de verificação.

O guia

O quadro comum: compreender os desafios e relacionar as dimensões do bairro.

As fichas

Uma estrutura para passar dos objetivos aos critérios, às referências e à checklist.

O estojo

Uma organização material proposta para classificar, consultar e transportar os suportes.

05 - UM EXEMPLO DESENVOLVIDO

INCL 01 - Tornar a inclusão
operacional.

36.png

Inclusão e acessibilidade universal

Esta ficha reúne objetivos, critérios de conceção, pontos de atenção, referências e elementos de verificação numa mesma estrutura.

Demonstra como tornar uma intenção de projeto legível, discutível e verificável.

06 - UMA CONSTRUÇÃO COLETIVA

Colocar os diferentes
saberes em diálogo.

O modelo proposto associa a experiência dos utilizadores, as competências da equipa interdisciplinar e as responsabilidades das instituições.

Os especialistas da experiência

Expressar as necessidades e esclarecer os usos.

A equipa interdisciplinar

Conceber em conjunto e cruzar condicionantes.

As instituições e os parceiros

Enquadrar, experimentar e organizar a evolução.

07 - PERSPETIVAS

Uma metodologia estruturada.
Próxima etapa: a experimentação.

O que a investigação desenvolveu


Um quadro metodológico comum, oito camadas temáticas, a
estrutura Guia + Fichas e um exemplo de ficha desenvolvido:
INCL 01.

O que deve agora ser testado


Um projeto-piloto, a experimentação dos ateliers, o
desenvolvimento progressivo das restantes fichas e a avaliação
dos usos, antes de uma eventual integração institucional.

PARA IR MAIS LONGE

E se continuássemos
esta reflexão em conjunto?

Municípios, equipas de projeto e parceiros de
investigação: conversemos sobre o projeto, a sua
apresentação ou uma futura experimentação.

Logotipo de Diana Vinagre

@2026dianavinagre

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